Fronteiras, mercados… Enfim: Globalização!

“Não era isso o que eu esperava quando falaram de globalização!”, dizia o homem na charge, enquanto fugia da chuva de lixo eletrônico e cultural que engolimos todos os dias, mesmo sem nos darmos conta.
Aliás, esse é o problema! Não percebemos o que estamos lendo, ouvindo, vendo! Nunca nos damos conta de como nossa vida é influenciada por essa simples palavrinha: globalização.
Globalização: Evolução tecnológica, mas regressão social. Cada vez mais a raça humana é menosprezada em relação à máquina.
Como foi que com tanto avanço e tanta tecnologia pudemos esquecer os que são iguais a nós?
Vivemos em uma selva chamada capitalismo, onde apenas os fortes sobrevivem, onde excluímos cidadãos do mercado de trabalho para reduzir custos, onde milhares de pessoas vivem em regime de trabalho semi-escravo, onde gastamos nossas mesadas em supérfluos enquanto metade da população mundial passa fome.
Não que seja minha pretensão que todos gastem seu dinheiro comprando comida para os pobres. Não temos que dar esmola, temos que dar oportunidades.
As fronteiras entre os países são abertas, atendendo somente aos interesses dos mais ricos, que tentam impôr seus sistemas, costumes, culturas… Sem pensar que podem haver outros diferentes de nós, que não existe só o cristianismo, o capitalismo.
Guerras são feitas com desculpas furadas, visando vantagens econômicas. Essas interferências armadas geram crises, implodem guerras civis entre etnias que anteriormente conviviam sem confrontos.
Sou um tanto idealista? Acho que sim. Mas temos que ter ideais pelos os quais lutar.
“Sim, eu sei”, você vai pensar. “Mas neu não vou mudar o mundo.” E é aí que você se engana, pois tudo o que você faz muda o mundo, de alguma forma, grande ou pequena.
Então, que mude para o bem, ajude ao menos quem está a sua volta, porque o grande problema não é até que ponto chegamos, mas até onde vamos chegar se tudo continuar assim.
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Primeiro mude a si mesmo, seus costumes supérfluos (que palavra bonita), mude a sua rotina, então você já estará mudando as pessoas a sua volta que pode consequentimente virar um progressão geométrica a nivel mundial. o/
a primeira revolução deve ser individual, esse é o princípio anarquista.
já passamos da época em que se mudava com armas, temos que investir na educação, que é o que realmente fará o mundo abrir a cabeça a novas possibilidades, novas propostas e assim tentar mudar (;
Legal… Acho que estamos descobrindo o que está errado e onde queremos chegar. Não saber o que fazer pra mudar o todo é angustiante, mas acho que é por aí, mudando nós mesmos… Vamos criar uma PG!
Um filme interessante é “corrente do bem”.

fala bem disso. uma boa sugestão para esses dias sem nada pra fazer nas ferias
nos passa uma noção de como aplicar nossas teorias de mudar o mundo e, claro, utilizando progressão geométrica
heheh
De Burroughs:
“Tomem de assalto o estúdio da realidade e refaçam o Universo”
uma boa frase.
todos somos diretores do nosso próprio filme.
só temos que revisar nossos roteiros, sairmos de papéis secundários.. fazer algo!
[…] As pessoas não buscam saber, simplesmente engolem a associação de padrões da mídia. A velha história de “o que vem de fora é chic”. […]
é uma porcaria isso n esiste , é coisa do diabo
:):):)