Maldade congênita
Será que faz parte da natureza humana ser mal? Será apenas mito? Existem pessoas boas e pessoas más? Há mesmo uma diferença aceita por todos entre o bem e o mal?
Há um pouco de bem em todo mal e vice-versa ou simplesmente o poder e aqueles que são fracos demais para conseguí-lo?
Nascemos todos pecadores como nossa mãe Eva? O bem realmente vence? Tudo o que não é bom é mal? Quem decide o que é certo ou errado?
Aristóteles disse que “o que, especialmente, diferencia o homem é que ele sabe distinguir o bem do mal, o justo do que não o é”. Será que todo homem distingue o bem e o mal da mesma maneira?
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gosto d acreditar que não existe bem e mal, mas a bondade e a maldade.
não há um abismo q os separa, mas um passo.
é preciso mto tato para viver no mundo de hoje, agindo corretamente segundo seus principios e sem sofrer influencias externas, e, ao mesmo tempo, não centrar-se em um egodcentrismo, mas saber filtrar o q se pode tirar d experiencias. tanto as boas qnto as mas ;]
Não creio que exista uma convenção para coisas boas e coisas más. A bondade/maldade de um ato é relativa, o que para mim é bom pode ser mal pra você. E todas as situações podem ser vistas de vários ângulos e sempre há argumentos para tornar uma coisa má numa coisa boa…
Bem e mal é uma visão essencialmente maniqueista. Pensem um pouco mais. Tentem substituir os termos “bem”, “mal”, “verdade”, “mentira”, “certo”, “errado” por termos mais descritivos, fazendo uso mais rico da linguagem.
Para mim, Aristóteles não é exemplo de filosófo denso e instigador. E, embora exista sim uma “convenção” para “coisas boas” e “coisas más” (que é uma convenção apenas social, não natural), devemos ignorá-la. Penso ser o senso crítico mais importante que a concepção de bem e mal que deve determinar os atos das pessoas, compreendendo esta concepção como agente de manipulação baseado em um senso de bondade e maldade criado pela elite dominante contemporânea.
Putz,falou tudo o Renato!
Acredito que o homem, aquele que não vive na ignorância, consiga distinguir o bem e o mal da mesma maneira.